{"id":382,"date":"2025-07-27T16:38:33","date_gmt":"2025-07-27T19:38:33","guid":{"rendered":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=382"},"modified":"2025-07-27T16:38:33","modified_gmt":"2025-07-27T19:38:33","slug":"ou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=382","title":{"rendered":"Ou."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Uma das mensagens que podemos perceber na passagem terrena de um homem incompar\u00e1vel, \u00e9 a que ao se formar um conflito, uma guerra, podemos escolher o melhor lado; o de fora. N\u00e3o h\u00e1 registro literal disso e aos que mal compreendem o que a pr\u00f3pria certid\u00e3o de nascimento diz sobre sua origem e forma\u00e7\u00e3o, entender algo n\u00e3o dito, certamente \u00e9 imposs\u00edvel. Considerando a infinidade de tolices e dogmas propositalmente criados para confundir o que este homem apresentou a quem com ele conviveu, n\u00e3o h\u00e1 o que falar a quem por limita\u00e7\u00f5es intelectuais e completo adestramento, use de outras tolices para tentar impor a interpreta\u00e7\u00e3o de uma terceira pessoa, como \u00fanica verdade poss\u00edvel e aceita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Essa mensagem, tamb\u00e9m \u00e9 parte da base ao que ser\u00e1 exposto neste breve texto. A op\u00e7\u00e3o por prestar mais aten\u00e7\u00e3o no ou do que em um suposto antagonismo de op\u00e7\u00f5es apresentadas como \u00fanicas. Algo como estar diante de algu\u00e9m impondo a escolha entre suco de laranja ou suco de lim\u00e3o. Neste caso, esquecendo das frutas, entre as op\u00e7\u00f5es h\u00e1 uma chave para sair do conflito e optar por ficar de fora da briga entre quem prefere lim\u00e3o a laranja. Ou, abre in\u00fameras possibilidades. Quem gosta de suco adocicado, percebendo ou entre as op\u00e7\u00f5es, pode lembrar de melancia, ma\u00e7\u00e3, uva e quem gosta de suco mais azedinho, pode lembrar de maracuj\u00e1, acerola, basta optar pelo ou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Aquele mesmo homem, com mensagens n\u00e3o literais, aquelas n\u00e3o terceirizadas, deixa claro que n\u00e3o h\u00e1 erro e acerto na escolha de uma das op\u00e7\u00f5es separadas pelo ou, sendo livre a op\u00e7\u00e3o de manifestar e talvez somente mentalizar, qual delas parece agradar mais. Errado, segundo o que \u00e9 percept\u00edvel em sua trajet\u00f3ria humana, \u00e9 alimentar e participar de conflito, de guerras. Isso fica muito distante de neutralidade, mais ainda de inoc\u00eancia e do que atualmente virou um clich\u00ea mal utilizado, a isen\u00e7\u00e3o. H\u00e1 uma escolha, quando olhamos para o ou e ele nos permite n\u00e3o olhar ao que certamente tem inten\u00e7\u00e3o indutiva. Em uma guerra entre grupos de diferentes etnias, qual est\u00e1 com a raz\u00e3o, a primeira ou a segunda? O ou nos aponta que est\u00e1 com a raz\u00e3o, quem desejar o encerramento do conflito antes que ele comece, e, j\u00e1 estando come\u00e7ado, quem optar por n\u00e3o participar dele, sequer externando quem lhe parece estar mais pr\u00f3ximo da raz\u00e3o. \u00c9 uma forma de manter diferentes em paz? Talvez, mas, n\u00e3o \u00e9 necessariamente, por ser conhecido desde sempre, que ao iniciar e aceitar um conflito, quem estiver participando dele, j\u00e1 est\u00e1 perdendo alguma coisa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O resultado de escolhas certas e erradas, est\u00e1 na hist\u00f3ria que passou, no agora e estar\u00e1 no futuro. Sair da indu\u00e7\u00e3o impl\u00edcita em op\u00e7\u00f5es separadas por ou, \u00e9 uma escolha de resultado incerto e ao mesmo tempo vantajoso, permite cautela, sabedoria. Aceitar uma das op\u00e7\u00f5es obrigat\u00f3rias, \u00e9 aderir de imediato ao que est\u00e1 proposto, sem que se tenha percebido que h\u00e1 um interesse e uma sequ\u00eancia prevista. Focar no ou e sair do start em algoritmo, n\u00e3o te deixar\u00e1 em estado morno, n\u00e3o ser\u00e1s o v\u00f4mito de Deus, como \u00e9 sugerido em uma interpreta\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica. Perceba o funcionamento do c\u00e9rebro humano, com infinitas varia\u00e7\u00f5es entre o 0 e o 1. Usando o ou, ser\u00e1 grande a ader\u00eancia a quem o criou, tanto para quem nele acredita, quanto aos que n\u00e3o querem sequer falar sobre isso. Desperdi\u00e7ar este diferencial, \u00e9 tolice. Nos interessa a felicidade e fica mais dif\u00edcil realiz\u00e1-la estando aprisionados pelo que vem antes e depois do ou, em uma frase em forma de pedido de escolha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Liberdade \u00e9 indispens\u00e1vel a quem deseja estar em paz e feliz. Tolice aprisionar-se a op\u00e7\u00f5es que no final da an\u00e1lise, sequer s\u00e3o tuas. H\u00e1 escolhas acertadas, sinalizadas implicitamente na palavra ou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Uma das mensagens que podemos perceber na passagem terrena de um homem incompar\u00e1vel, \u00e9 a que ao se formar um conflito, uma guerra, podemos escolher o melhor lado; o de fora. 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