{"id":347,"date":"2025-03-09T17:47:04","date_gmt":"2025-03-09T20:47:04","guid":{"rendered":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=347"},"modified":"2025-03-09T17:49:29","modified_gmt":"2025-03-09T20:49:29","slug":"fase-do-desmame","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=347","title":{"rendered":"Fase Do Desmame."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Sinceridade deixou de ser virtude h\u00e1 muito tempo. Verdades completas, da mesma forma, agora no m\u00e1ximo s\u00e3o meias verdades. Falar uma coisa, ter um discurso e fazer na pr\u00e1tica algo bem diferente do dito, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 novidade, podendo ter surgido junto a primeira malandragem, a qual n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio arriscar uma data inaugural. Assunto chato? Sim, causa desconforto a quem sabe que est\u00e1 nesta turma e n\u00e3o quer nem pensar em sair ou mudar de rumo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Compare a popularidade das ondas (toscas) de pensamento, seus ditados e frases de ades\u00e3o quase instant\u00e2nea e massiva, com os chatos que quebram o clima apontando a falta de coer\u00eancia, o contradit\u00f3rio e na maioria das vezes, o falso. O segundo grupo \u00e9 infinitamente menor que o primeiro e este tem pessoas defendendo a baboseira, como se fossem parte dele, sem qualquer la\u00e7o ou sinal de que efetivamente o sejam. \u00c9 a famosa compra de uma briga que n\u00e3o \u00e9 tua. Tolice, que de forma inconsciente, adia e prolonga a necess\u00e1ria fase do desmame do grupo que n\u00e3o tem vergonha alguma de se manter assim, eternamente sugando, mas, com apar\u00eancia de que conquistaram riquezas pelo pr\u00f3prio esfor\u00e7o. Isso para um pequeno grupo que tem alguma riqueza. N\u00e3o est\u00e3o sozinhos, tem um grupo muito numeroso de pessoas que \u00e9 dependente do estado ou da fonte de renda a partir dele, curiosamente discursando contra esta fonte, com milh\u00f5es de pessoas ignorantes ou enganadas, os defendendo e reproduzindo uma distor\u00e7\u00e3o entre o que \u00e9 falado e o que \u00e9 feito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Tolice igual a uma tia que chama de malvada a m\u00e3e de uma crian\u00e7a, que est\u00e1 chorando porque n\u00e3o quer comer outros alimentos, quer continuar mamando. \u201cCoitadinha da crian\u00e7a m\u00e3e desnaturada! D\u00ea logo essa teta, a crian\u00e7a precisa ser alimentada\u201d. Pouco importa que a crian\u00e7a coitadinha tenha l\u00e1 seis ou sete anos, a tia compra a briga como se ela mesma estivesse com fome e viciada no leite materno. N\u00e3o por acaso, farei uma correla\u00e7\u00e3o entre grupos bem safadinhos que prolongam a fase do desmame at\u00e9 a aparente eternidade, com uma cita\u00e7\u00e3o ao injustamente colocado no grupo dos chatos impopulares, Ladislau Dowbor. Em uma colet\u00e2nea de frases e pensamentos publicados em forma de livro, ele coloca algo que est\u00e1 ligado ao sentido de desmame neste texto que escrevo agora. \u201cMas, gostam de ter os filhos estudando de gra\u00e7a na USP, ter ruas asfaltadas, navegando no imposto pago por outros\u201d. Em alus\u00e3o aos ricos e suas escandalosas controv\u00e9rsias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A n\u00f3s, considerando que estamos em sociedade com pobres e ricos, restou escolher entre comportar-se como a tia que tem d\u00f3 da crian\u00e7a atrasada na fase do desmame, ou prestar mais aten\u00e7\u00e3o aos detalhes, percebendo quando estamos caindo na conversa fiada de gente habilidosa na engana\u00e7\u00e3o. Ningu\u00e9m ensinar\u00e1 aos n\u00e3o ricos, como se usa a engana\u00e7\u00e3o no contexto sociedade e n\u00e3o h\u00e1 uma \u201cescola\u201d formal que transfere o conhecimento dos mais antigos aos mais novos, \u00e9 feito por conviv\u00eancia, uma a\u00e7\u00e3o fraternal cotidiana e perene entre esse grupo. Aos que est\u00e3o fora dele, \u00e9 mais dif\u00edcil qualquer que seja a tentativa de ajudar a despertar. Est\u00e3o encantados pelo outro grupo e s\u00f3 querem uma coisa: alcan\u00e7\u00e1-los e ser aceitos, participar das mesmas coisas, dos mesmos momentos. Enquanto isso n\u00e3o acontece, o grupo encantador, com pouco esfor\u00e7o, convence o outro que o inimigo \u00e9 o governo, o estado ou a pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Um registro importante \u00e9 necess\u00e1rio que seja feito. Nos dias atuais, n\u00e3o h\u00e1 mais o que possa justificar a aceita\u00e7\u00e3o passiva da distor\u00e7\u00e3o de fatos, qualquer que seja o objetivo disso. &nbsp;Tamb\u00e9m n\u00e3o mais se justifica a defesa de uma turma acostumada a mentir sobre o que faz e principalmente, sobre como chegou e se mant\u00e9m no grupo dos parasitas, obviamente autodeclarados de elite, que n\u00e3o s\u00e3o nem for\u00e7ando a barra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao redor do mundo, neste momento da hist\u00f3ria, ganha muita for\u00e7a e ades\u00e3o, a defesa dos interesses do pequeno grupo de verdadeiros ricos, sob a falsa vers\u00e3o de que s\u00e3o interesses de toda a sociedade. O motor, j\u00e1 sabemos que \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o informal e o combust\u00edvel s\u00e3o os as informa\u00e7\u00f5es falsas, desinforma\u00e7\u00e3o e o ilusionismo que encanta grandes massas. Esta ades\u00e3o, na pr\u00e1tica \u00e9 comprada, com recursos de origem governamental, seja direta ou indireta, em desvios ou contratos que v\u00e3o desde pequenos servi\u00e7os a grandes empreendimentos. Isso n\u00e3o \u00e9 novidade, foi constru\u00eddo ao longo do tempo, desde as primeiras experi\u00eancias de sociedade civilizada. A rede de apoio e admira\u00e7\u00e3o, muitas vezes com fervorosa defesa e devo\u00e7\u00e3o, \u00e9 comprada e n\u00e3o se forma espontaneamente, n\u00e3o vem no DNA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Exemplos recentes ajudam a entender melhor o porqu\u00ea de falar em desmame. Observe o que h\u00e1 impl\u00edcito na frase \u201c\u00e9 o agro que sustenta o Brasil\u201d. Na Europa, observe a onda de culpar e perseguir os imigrantes, \u201cessa gente que vem roubar nossos empregos e contaminar nossa cultura\u201d. Em parte da Asia, a inacredit\u00e1vel cegueira na defesa incondicional dos EUA, em guerra declarada a China, atualmente no campo comercial, cultural e \u201csoft\u201d militar (com ocupa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios asi\u00e1ticos para instalar bases militares dos EUA).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em cada um dos exemplos acima, cabe a compara\u00e7\u00e3o entre quem abra\u00e7a de forma tola \u00e0s causas da moda, com a atitude da tia na fase do desmame da crian\u00e7a que n\u00e3o \u00e9 dela. Ouvir de um trabalhador do com\u00e9rcio, em fun\u00e7\u00e3o operacional, a defesa vigorosa do setor chamado de \u201cagro\u201d, acompanhada de uma cita\u00e7\u00e3o de \u00f3dio ao governo que \u201cs\u00f3 atrapalha quem quer trabalhar\u201d, confirma que a ades\u00e3o a um discurso mentiroso \u00e9 muito mais forte do que o desmentido dele. Com isso, aqueles que constru\u00edram esse termo \u201cagro\u201d, com tamanha habilidade para encantar pessoas t\u00e3o alheias ao que eles realmente fazem, continuar\u00e3o aproveitando o apoio da tia para mamar no estado e na verdade, continuar parasitando a sociedade eternamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O tal \u201cagro\u201d \u00e9 apenas um exemplo mais constante e de mais f\u00e1cil contato, seja em metr\u00f3poles, cidades menores ou at\u00e9 mesmo na \u00e1rea rural. Mas, o grupo que precisa ser desmamado, \u00e9 muito maior. \u00c9 o grupo que tem mudan\u00e7as nos nomes, somente porque o ser humano n\u00e3o \u00e9 imortal. A passagem em forma de heran\u00e7a, at\u00e9 este momento, parece sim ter sequ\u00eancia indestrut\u00edvel, com exce\u00e7\u00f5es que em n\u00fameros e estat\u00edstica s\u00e3o irrelevantes. Uma outra forma de entender a met\u00e1fora da crian\u00e7a com seis ou sete anos de idade que ainda \u00e9 amamentada no peito da m\u00e3e, pode ser observando a malandragem no uso da express\u00e3o direito adquirido, quando na verdade refere-se a privil\u00e9gio descarado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando algu\u00e9m d\u00e1 a entender que chegou a hora de desmamar grupos como militares, a alta casta do chamado judici\u00e1rio e os que chamamos de pol\u00edticos, juridicamente esbarra na express\u00e3o direitos adquiridos. Informalmente, o combate a ideia do desmame entra em a\u00e7\u00e3o e chega rapidinho no mesmo trabalhador do com\u00e9rcio em fun\u00e7\u00e3o operacional, que vai por longo tempo repetir algo como: \u201cviu a nova desse governo? Quer mexer no direito adquirido. Daqui a pouco v\u00e3o chegar em n\u00f3s tamb\u00e9m e ningu\u00e9m faz nada\u201d. Antes que a proposta de desmame seja divulgada, j\u00e1 se formou a rede de defesa composta por pessoas repetindo a postura da tia que defende a crian\u00e7a atrasada na fase do desmame.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Se por um acaso, teu pensamento escorregou para o lado de quem repete a tolice de que quanto mais a pessoa ganha, mais ela gasta, mais imposto paga, mais direto tem de reclamar, n\u00e3o h\u00e1 melhor momento para pux\u00e1-lo e retornar \u00e0 realidade, libert\u00e1-lo do ilusionismo que o fez derrapar em tamanha bobagem. Sonega\u00e7\u00e3o de impostos e seus outros nomes chiques, \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o constante desde a inicia\u00e7\u00e3o, desde as primeiras intera\u00e7\u00f5es no grupo que precisa ser desmamado. Falar o contr\u00e1rio disso, dando a entender que quem mais paga s\u00e3o eles, tamb\u00e9m \u00e9 li\u00e7\u00e3o frequente. Alguns mais descaradamente chamam isso de uma arte e parece ser mesmo. Algo que consegue convencer tantas pessoas que n\u00e3o est\u00e3o no elenco a aplaudir e se encantar, realmente pode ser uma arte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Aos artistas \u00e9 pago muito menos do que eles acreditam que vale a sua arte. Isso pode ser feito por n\u00f3s em rela\u00e7\u00e3o ao grupo que precisa ser desmamado. Seus privil\u00e9gios devem ser extintos, para que tenhamos no m\u00ednimo igualdade de condi\u00e7\u00f5es neste momento. Diferente do que ocorre na arte, a verdade precisa ser uma das sustenta\u00e7\u00f5es do que nos coloca em sociedade. Nas artes, a liberdade de provocar emo\u00e7\u00f5es com algo que n\u00e3o seja real, mais do que um direito \u00e9 uma ferramenta leg\u00edtima. Fora das artes, \u00e9 algo a ser eliminado. Se vamos continuar acreditando que estamos em sociedade e que isso \u00e9 bom e vi\u00e1vel, ser\u00e1 uma tolice imensur\u00e1vel manter uma parte sendo tratada como a crian\u00e7a de seis ou sete anos que quer continuar mamando no peito da m\u00e3e. Pode ser um bom come\u00e7o, entender que isso \u00e9 ruim. Depois parar de acreditar cegamente que os privilegiados t\u00eam direitos adquiridos que s\u00e3o intoc\u00e1veis. Por fim, defender a verdade, fazer com que o grupo que surfa nos impostos pagos pelos outros, des\u00e7a da prancha e venha remar como n\u00f3s estamos fazendo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\"><strong>Conte\u00fado extra:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ficou complicado de entender alguns pontos do texto? Sem problemas, \u00e9 poss\u00edvel explicar mais mastigadinho, mesmo que seja entrando voluntariamente ao grupo dos chatos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Perceba o quanto \u00e9 falso que exista um setor chamado de \u201cagro\u201d, sendo atrapalhado pelo governo ou sendo a elite do pa\u00eds, o setor que sustenta a nossa sociedade. Falso e carregado de desinforma\u00e7\u00e3o e distor\u00e7\u00f5es da realidade. Comece pensando em n\u00fameros f\u00e1ceis de visualizar, por exemplo, quantas pessoas trabalham diretamente no setor defendido. Em outras palavras, quantas pessoas trabalham em fazendas de soja, milho, cana, gado, caf\u00e9, e quantas trabalham no com\u00e9rcio, ind\u00fastria e servi\u00e7os. A \u00faltima pessoa que te falou a frase \u201c\u00e9 o agro que sustenta o pa\u00eds\u201d, trabalha com o qu\u00ea?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Mais mastigadinho um pouco, observe uma contradi\u00e7\u00e3o entre o dito e o feito de verdade. Para sustentar o pa\u00eds, o tal setor \u201cagro\u201d teria que gerar receita ao estado, pagando impostos. Caso tu ainda n\u00e3o tenhas entendido, uma tonelada de milho vendida por um \u201cagro\u201d aos EUA, estando isento de impostos, vai gerar renda ao estado de que forma? \u00c9 muito f\u00e1cil atualmente, encontrar informa\u00e7\u00f5es reais sobre o quanto de impostos ser\u00e1 recolhido ao estado (nossa sociedade com os ricos), na venda da tonelada de milho do exemplo que dei. Espie rapidamente a Lei Kandir, que desde 1996 funciona como a m\u00e3e que alimenta no peito uma crian\u00e7a de seis ou sete anos de idade. Caso queiras seguir como a tia com d\u00f3 da crian\u00e7a coitadinha, antes observe n\u00fameros reais e f\u00e1ceis de entender, com o \u00fanico esfor\u00e7o de saber o que \u00e9 um, quanto \u00e9 mil, milh\u00e3o e bilh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Dados oficiais, pesquisados nas fontes: Conab, Secex e Mapa (Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento). Entre os anos 2000 e 2024, os propriet\u00e1rios de fazendas que produzem Soja, Milho e outros gr\u00e3os, exportaram 271 bilh\u00f5es de D\u00f3lares, na soma oficial do valor destes produtos. Aqui uso soma oficial com muita ironia, vivendo no Brasil, sabemos que qualquer coisa, qualquer n\u00famero, todos os business por aqui, apresentam o oficial, mas, existe o por fora e n\u00e3o \u00e9 pouco. Seguindo, n\u00e3o se perca nos n\u00fameros. Mentalize 271 bilh\u00f5es que em nossa moeda, na cota\u00e7\u00e3o de hoje, vale 1 trilh\u00e3o e 600 bilh\u00f5es. Deste total, quanto foi para a nossa sociedade? Se te der vontade de responder que tem os trabalhadores, os caminhoneiros e taxas nos portos, combust\u00edveis, bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1, sinceramente, tu est\u00e1s incur\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Sinceridade deixou de ser virtude h\u00e1 muito tempo. Verdades completas, da mesma forma, agora no m\u00e1ximo s\u00e3o meias verdades. Falar uma coisa, ter um discurso e fazer na pr\u00e1tica algo bem diferente do dito, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 novidade, podendo ter surgido junto a primeira malandragem, a qual n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio arriscar uma data inaugural. 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