{"id":345,"date":"2025-03-03T14:15:11","date_gmt":"2025-03-03T17:15:11","guid":{"rendered":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=345"},"modified":"2025-03-03T14:15:12","modified_gmt":"2025-03-03T17:15:12","slug":"mudando-nossa-relacao-com-os-impostos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antitolices.com.br\/?p=345","title":{"rendered":"Mudando Nossa Rela\u00e7\u00e3o Com Os Impostos."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Nossa rela\u00e7\u00e3o com os impostos, precisa mudar. Para conviver com esta repulsiva obriga\u00e7\u00e3o, podemos romper a rela\u00e7\u00e3o atual e construir uma nova. Esque\u00e7a reformas, esque\u00e7a gambiarras, se continuarmos fazendo assim, o resultado ser\u00e1 sempre o mesmo. H\u00e1 sinais indicando que, com mais acesso a informa\u00e7\u00f5es, aumenta o n\u00famero de pessoas que entendem onde e como est\u00e3o sendo enganadas. \u00c9 verdadeiro que a forma de agir neste assunto, ser\u00e1 uma escolha individual. \u00a0Mas, n\u00e3o se iluda, talvez as tuas op\u00e7\u00f5es sejam bem menores que a tua percep\u00e7\u00e3o sobre elas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00c9 f\u00e1cil analisar o que temos hoje, come\u00e7ando pelo que \u00e9 ensinado literalmente ou por met\u00e1foras, sutilezas, frases comuns do cotidiano, desde as primeiras intera\u00e7\u00f5es dos nossos neur\u00f4nios. Ouvimos e repetimos que quanto aos impostos, temos que ser pessoa esperta, dar um jeito de n\u00e3o pagar, de enganar quem arrecada, criar desculpas e meios de sonegar. Se poss\u00edvel, dar uma apar\u00eancia de que n\u00e3o estamos fazendo nada fora da lei e ser\u00e1 melhor ainda, se houver um jeito de colocar algu\u00e9m para fazer leis que deixem ares de legalidade ao que criamos. Pode ter at\u00e9 nome dif\u00edcil, como elis\u00e3o (que n\u00e3o \u00e9 uma Elis ou Elisa bem grande), pode inclusive expor a falta de vergonha, chamando de isen\u00e7\u00e3o. Isso para os pequenos, j\u00e1 aos maiores, \u00e9 passado entre as gera\u00e7\u00f5es, a conhecida engenharia tribut\u00e1ria, que cria coisas mais sofisticadas, como usar a figura da pessoa jur\u00eddica, comprar preju\u00edzos, lavar dinheiro, pagar por imunidade e em alguns casos, estar com a caneta que faz um risco no valor devido em impostos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Todas as formas de ser pessoa esperta, legalizadas ou n\u00e3o, reprovariam em qualquer teste de moral. Perceba que \u00e9 comum ouvir frases do tipo: a lei permite ou est\u00e1 tudo dentro da lei. Legalizado, permitido, mas, sujo, imoral. Isso tamb\u00e9m \u00e9 uma escolha individual, a moralidade. J\u00e1 ouvi de pessoas com diferentes n\u00edveis de conhecimento e patrim\u00f4nio, frases tolas, repetidas as vezes at\u00e9 sem contexto, algo como: se tu preferes a moral eu prefiro pagar meus boletos, ou ainda, quem \u00e9 certinho s\u00f3 se ferra, moral n\u00e3o compra comida, enquanto quem faz tudo certo fica patinando, tem quem fa\u00e7a de outro jeito e est\u00e1 voando ou n\u00e3o tem como fazer tudo por dentro, quebra. Assim e aqui, nossa an\u00e1lise pode ser encerrada, \u00e9 um ponto que n\u00e3o se reverte, voltando a observar que enquanto seguimos os mesmos passos, as mesmas pr\u00e1ticas, o mesmo jeito de lidar com o maldito imposto, segue aumentando as oportunidades para poucos realmente n\u00e3o pagar nada ou bem pouco. Alguns pensamentos enraizados, s\u00e3o de mudan\u00e7a imposs\u00edvel, n\u00e3o existe forma conhecida de alterar ou eliminar, s\u00e3o eternos. Este fator considerado menor, na verdade estar\u00e1 sempre limitando os estudos, as tentativas de fazer alguma reforma, de equilibrar ou melhorar o que temos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ent\u00e3o, ap\u00f3s muito esfor\u00e7o, muita pesquisa, chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que mexer com isso \u00e9 perder tempo, deixa como est\u00e1. Tolice. Sabendo que n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel, temos que fazer valer o que nos diferencia de outras esp\u00e9cies, a racionalidade, com ela somos obrigados a mudar. Assim como a pessoa fumante que sempre soube o quanto isso faz mal, obriga-se a mudar ao ter \u201cum susto\u201d maior, tamb\u00e9m com as que abusam do \u00e1lcool e s\u00f3 mudam a rela\u00e7\u00e3o com estas porcarias, quando por obriga\u00e7\u00e3o, igual com as pessoas que usam drogas ou s\u00e3o ignorantes extremistas. Seremos igualados a estas pessoas, se sabemos que est\u00e1 nos prejudicando e ainda assim escolhemos manter o fluxo atual. Trocando irracionalidade por burrice, tolice, fica mais f\u00e1cil de entender.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Fa\u00e7o um apontamento que por mais impl\u00edcito e \u00f3bvio que seja, precisa ser literalmente exposto. A proposta n\u00e3o \u00e9 tratar os impostos como algo desejado, am\u00e1vel, ter afeto ou falar que gosta de pagar e quanto mais melhor. Seria t\u00e3o burrice (irracional) quanto n\u00e3o usar cinto de seguran\u00e7a no banco de traz dos carros ou ter moto com escapamento esportivo em meio urbano. Mudar a rela\u00e7\u00e3o com os impostos, hoje significa trazer igualdade de condi\u00e7\u00f5es e totalidade de alcance. Pe\u00e7o licen\u00e7a aos deuses e deusas da explica\u00e7\u00e3o que se contorcem ao ouvir algo simples, ousando contrariar a regra da complexidade e colocando a este assunto um objetivo de equidade. N\u00e3o \u00e9 para gostar de pagar impostos, \u00e9 para acabar com o formato atual e o que vem em seu hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Observe outra frase comum: quem paga imposto \u00e9 pobre. Esta sim \u00e9 de complexidade maior e de m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es, por n\u00e3o termos um consenso ou aceita\u00e7\u00e3o do que \u00e9 ser pobre. Reconhecer-se como pobre, \u00e9 mais complexo e mais dif\u00edcil. E, at\u00e9 mesmo os pobres, j\u00e1 nascem com as pr\u00e1ticas e frases prontas, sobre a busca constante de um jeito de n\u00e3o pagar impostos, mesmo que enganados at\u00e9 nisso. \u00a0Igualar pobres e ricos em alguma coisa, em quest\u00f5es sociais, mais do que utopia \u00e9 tentativa est\u00e9ril, tem prazo definido para acabar e qualquer iniciativa neste sentido, vira piada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Uma testagem que n\u00e3o se apresenta acess\u00edvel at\u00e9 este momento, \u00e9 a quantifica\u00e7\u00e3o de pessoas com n\u00edvel de racionalidade suficiente, para entender a necessidade de igualdade de condi\u00e7\u00f5es e totalidade, pesquisando nos grupos conhecidos de pobres e ricos. Sei que n\u00e3o \u00e9 aceito na ci\u00eancia a testagem tendenciosa, mas, h\u00e1 motivos atualmente para acreditar que entre os pobres, teremos muito mais pessoas capacitadas para a racionalidade do que entre os ricos. Se n\u00e3o for proporcionalmente, em quantidade os pobres levariam vantagem, a amostra \u00e9 bem maior. Mesmo sem a confirma\u00e7\u00e3o num\u00e9rica, quem circula no dia a dia entre periferias e locais onde a maioria \u00e9 pobre, vai perceber que falta pouco para que esta massa de pessoas se una e comece a mudar a rela\u00e7\u00e3o que temos com os impostos. Talvez esteja faltando somente uma palavra de entendimento comum, talvez o acesso a informa\u00e7\u00f5es que por s\u00e9culos lhes foram negadas ou escondidas, talvez pela simples satura\u00e7\u00e3o do sistema atual, imposs\u00edvel saber hoje qual ser\u00e1 a fa\u00edsca que provocar\u00e1 o inc\u00eandio de logo mais. O que est\u00e1 n\u00edtido, \u00e9 que n\u00e3o s\u00e3o mais um grupo de pessoas tolas de f\u00e1cil manipula\u00e7\u00e3o e entregues a subservi\u00eancia em troca de p\u00e3o e circo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Para acalmar a rejei\u00e7\u00e3o, ofere\u00e7o o racioc\u00ednio que em iguais condi\u00e7\u00f5es na rela\u00e7\u00e3o com impostos, ricos n\u00e3o empobreceriam e pobres n\u00e3o enriqueceriam. A matem\u00e1tica \u00e9 bem mais simples do que o econom\u00eas. Quem ganha mil continuar\u00e1 assim e quem tem milh\u00f5es, n\u00e3o vai deixar de t\u00ea-los, salvo em virtudes extraordin\u00e1rias aos primeiros e burrice aos outros. N\u00e3o \u00e9 a igualdade de condi\u00e7\u00f5es que incomoda aos ricos, \u00e9 a moralidade que vir\u00e1 \u00e0 tona, com a facilita\u00e7\u00e3o do controle e o expressivo aumento na soma arrecadada. Em palavras simples, na igualdade de condi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o tem como dar um jeito de n\u00e3o pagar, sem que a forma seja expl\u00edcita, e a\u00ed quem vai cobrar, n\u00e3o ser\u00e1 a fonte arrecadadora e sim, os que est\u00e3o pagando. Um exemplo pr\u00e1tico para tornar mais simplificado o racioc\u00ednio: eu perten\u00e7o ao grupo dos pobres, meu consumo \u00e9 o essencial para alimenta\u00e7\u00e3o, moradia, sa\u00fade. Meu consumo mais frequente \u00e9 o supermercado. Em um cen\u00e1rio de aplica\u00e7\u00e3o de igualdade quanto a impostos, posso ter em meu cesto de compras um creme dental igual ao que vejo no carrinho passando a minha frente, sabendo que a pessoa que o est\u00e1 conduzindo, pertencente do grupo dos ricos. O valor do creme dental ser\u00e1 exatamente o mesmo para ambos. Aqui nos igualamos. N\u00e3o vamos pagar nada de impostos neste momento, porque eliminamos a rela\u00e7\u00e3o atual, onde no valor do produto est\u00e1 a tributa\u00e7\u00e3o embutida, mesmo que n\u00e3o seja recolhida. (uma observa\u00e7\u00e3o, imposto para circular mercadorias, \u00e9 t\u00e3o rid\u00edculo que ser\u00e1 o primeiro a ser extinto). Seguindo o racioc\u00ednio, eu recebo remunera\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio, do qual tenho automaticamente descontado, do total bruto, sem qualquer abertura para \u201cse for assim ou assado\u201d a tributa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. A pessoa rica comprando o mesmo creme dental que eu, vai pagar sobre os recebimentos que tiver, n\u00e3o importa a fonte, n\u00e3o importa a quantidade, n\u00e3o importa quando e nem como esses recebimentos se tornam dispon\u00edveis a ele, por\u00e9m, com o detalhe importante: na mesma taxa, mesma matem\u00e1tica aplicada obrigatoriamente a mim, pobre, de fonte \u00fanica e minguada de recebimento. Simples, igual e com total alcance.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00c9 mais do que uma rela\u00e7\u00e3o justa, \u00e9 moralizada. Insisto neste assunto, por saber que estamos em um ciclo que precisa ser encerrado, para dar lugar a outro melhor. Assim como outras grandes mudan\u00e7as nas rela\u00e7\u00f5es sociais, essa tamb\u00e9m vai ter ponto de partida com os pobres. Por obviedade, manter a engana\u00e7\u00e3o \u00e9 insustent\u00e1vel. Funciona por longos per\u00edodos, mas, sempre encontra o final. T\u00e3o tola quanto a pessoa que por um tempo foi enganada \u00e9 a cren\u00e7a do grupo enganador na perpetua\u00e7\u00e3o do que faz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Aos que est\u00e3o no mesmo grupo que eu, os pobres, considerem reconhecer-se como tal, depois avaliem quais op\u00e7\u00f5es reais temos de n\u00e3o pagar impostos, se est\u00e3o embutidos no pre\u00e7o do que consumimos. Gaste um tempo para perceber que, mesmo sem o recolhimento de quem vende a quem deveria ser o destino, o valor \u00e9 pago por n\u00f3s. Perceba tamb\u00e9m que n\u00e3o h\u00e1 op\u00e7\u00f5es reais de n\u00e3o pagar sobre os recebimentos que temos, exceto nas migalhas. Ap\u00f3s estas percep\u00e7\u00f5es, gaste mais um tempinho para entender que n\u00e3o \u00e9 na complexidade do econom\u00eas e na aura de sabedoria que envolve os deuses e deusas da explica\u00e7\u00e3o, que estar\u00e1 o entendimento sobre o quanto e como estamos pagando muito mais do que os ricos. Terminando as etapas de percep\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, responda \u00e0 pergunta principal de tudo isso: hoje, quais as tuas op\u00e7\u00f5es reais? A partir da resposta, perceba quem est\u00e1 sendo pessoa enganadora de si mesmo. Tolice fingir que n\u00e3o est\u00e1 vendo, al\u00e9m de infantil\u00f3ide \u00e9 permiss\u00e3o a perenidade de algo insano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Nossa rela\u00e7\u00e3o com os impostos, precisa mudar. Para conviver com esta repulsiva obriga\u00e7\u00e3o, podemos romper a rela\u00e7\u00e3o atual e construir uma nova. Esque\u00e7a reformas, esque\u00e7a gambiarras, se continuarmos fazendo assim, o resultado ser\u00e1 sempre o mesmo. 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